ParanáReprodução/O Diário de Maringá
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Ratinho Junior defende redução da maioridade penal enquanto Paraná tem déficit de vagas

Após atentado em Campo Mourão, governador apoiou a redução da maioridade penal para 16 anos e, em crimes hediondos, para 14. Mudança depende do Congresso, enquanto o sistema prisional paranaense tinha déficit de 7.292 vagas em dezembro de 2025.

18 de julho de 2026 às 19:00
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O governador Ratinho Junior comentou nas redes sociais o atentado ocorrido em Campo Mourão, que deixou três pessoas mortas. Segundo a Polícia Civil, um adolescente de 15 anos é suspeito de participar do ataque. Na publicação, o governador defendeu leis mais duras e apoiou a redução da maioridade penal.

A proposta prevê que a maioridade penal passe para 16 anos e, em casos de crimes hediondos, para 14 anos. Conforme os trechos da fonte, qualquer alteração depende de mudança na legislação federal e de discussão no Congresso Nacional. O governador pode defender a medida e pressionar parlamentares, mas não pode alterar esse limite por decreto ou lei estadual.

Enquanto o debate ocorre, o Paraná enfrenta um déficit de 7.292 vagas no sistema prisional, segundo o relatório mais recente do Sistema Nacional de Informações Penais (Sisdepen), referente a dezembro de 2025. O levantamento foi elaborado pela Secretaria Nacional de Políticas Penais com dados enviados pelos estados.

A construção, ampliação e administração das penitenciárias estaduais estão entre as atribuições do Governo do Paraná. De acordo com a fonte, o Estado também precisa planejar novas unidades, ampliar presídios e garantir estrutura para o cumprimento das decisões judiciais.

O ataque continua sob investigação. A Polícia Civil busca esclarecer a motivação, localizar os envolvidos e verificar se outras pessoas participaram do planejamento ou da fuga. Até a conclusão do inquérito, as informações sobre autoria e motivação permanecem no âmbito da investigação.

Fonte: O Diário de Maringá

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