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Negócio de família, maior sex shop de Curitiba tem mais de 5 mil produtos

A Sexy Love, localizada no Centro de Curitiba, é apontada como a maior sex shop da cidade, com um acervo de mais de 5 mil produtos e uma história que atravessa gerações de uma mesma família.

30 de junho de 2026 às 06:30✓ Verificadafonte citada e linkada
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Uma entrada discreta na Rua Barão do Serro Azul, no número 207A, dá acesso ao que é descrito como um "casarão do amor": a sex shop Sexy Love, uma das mais antigas de Curitiba. O espaço reúne mais de 5 mil itens, entre vibradores, próteses, fantasias, géis e bonecas realistas.

O negócio foi fundado por Fábio Fragoso em 2009, mas suas origens remontam a cerca de 2005, quando o local funcionava com cabines privativas para exibição de filmes adultos. Com o tempo, o foco foi migrando para a venda de produtos, e em 2017 as cabines saíram definitivamente de cena.

Desde 2020, quem comanda a Sexy Love é Fábio Fragoso Júnior, filho do fundador. Ele adquiriu o negócio do pai ao invés de simplesmente herdá-lo, e hoje toca a loja ao lado da esposa, Yasmin Canela, que está grávida de quatro meses. Os dois se conheceram pelo aplicativo Tinder em 2016, estão juntos há quase dez anos e casados há seis.

A rede conta atualmente com duas unidades: além da loja da Barão do Serro Azul, há uma segunda na Rua Marechal Floriano Peixoto, número 45, aberta há dois anos. Segundo Yasmin, a loja da Barão é a maior das duas e tem o formato de um labirinto, com cada sala dedicada a uma categoria de produto.

Entre os itens mais vendidos estão géis com diferentes efeitos — que esquentam, resfriam ou vibram —, dessensibilizantes para sexo anal, plugs, algemas e vibradores. A loja também comercializa bonecas realistas, com preços a partir de R$ 5 mil e possibilidade de parcelamento. Fábio conta que a clientela vai dos 18 aos 80 anos, sendo que metade dos frequentadores são casais.

Quem visita a loja pela primeira vez é convidado a fazer um passeio guiado pelo espaço, já que, como explica Fábio, os produtos não são intuitivos como roupas ou outros artigos do cotidiano. O atendimento inclui explicações detalhadas sobre cada item.

Sobre o tabu em torno das sex shops, Yasmin observa que ele tem diminuído nos últimos anos, mas ainda existe — e, curiosamente, é mais presente entre os clientes mais jovens do que entre os mais velhos. Ela também destaca que as duas lojas mantêm entradas discretas justamente para preservar a privacidade dos frequentadores.

Fonte: Bem Paraná

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