Ilustração · IAMag Saúde chega aos 30 anos com crescimento de 20% e 85 mil vidas gerenciadas
A Mag Saúde, empresa curitibana especializada em gestão de saúde ocupacional, comemora três décadas de atuação com expansão de 20,3% nos primeiros meses de 2026, faturamento de R$ 20 milhões e uma carteira de cerca de 85 mil vidas gerenciadas em todo o país.
Fundada em Curitiba em 1996 pelo médico Vardiceu Genaro, a Mag Saúde nasceu para atender a demanda de empresas paranaenses por serviços estruturados de saúde ocupacional e segurança do trabalho. Três décadas depois, a companhia mantém o fundador à frente da operação e ampliou sua presença para mais de 390 cidades brasileiras.
A empresa possui sede própria de 1.350 metros quadrados no bairro Rebouças, em Curitiba, e opera por meio de uma rede com mais de 500 clínicas credenciadas. Entre os clientes atendidos estão Burger King, Madero, Popeyes, Rumo, Incepa, Greca Asfaltos, Ótica Lens e Farmácias Nissei.
Em 2026, a Mag Saúde ampliou em 25% o quadro de colaboradores, que hoje soma 86 profissionais. A empresa ainda mantém seis vagas abertas em diferentes áreas da operação.
O portfólio de serviços inclui programas de controle médico, exames ocupacionais, clínicos e laboratoriais, audiometria, eletrocardiograma, espirometria, avaliações oftalmológicas e atendimentos realizados in company por unidade móvel própria, além de assistência técnica em perícias em todo o Brasil.
O fundador avalia que o papel da medicina ocupacional mudou ao longo do tempo. "Quando começamos, a medicina ocupacional ainda era vista por muitas empresas apenas como uma obrigação legal. Hoje, ela ocupa um papel estratégico dentro das organizações, diretamente ligada à produtividade, à prevenção, ao bem-estar e à redução de riscos trabalhistas", afirma Dr. Genaro.
O contexto regulatório também impulsionou o setor. As atualizações da NR-1 passaram a exigir das empresas a avaliação de riscos psicossociais, como estresse ocupacional, sobrecarga e assédio moral e sexual, dentro dos programas de gerenciamento de riscos. Dados do Ministério da Previdência Social apontam que os afastamentos relacionados à ansiedade cresceram mais de 60% nos últimos dez anos no Brasil.
A ampliação da operação veio acompanhada de investimentos em tecnologia dos sistemas de gestão ocupacional, automação de processos, controle de exames periódicos e adequação à LGPD. "As empresas passaram a entender que investir em saúde ocupacional não significa apenas cumprir normas, mas proteger pessoas, reduzir afastamentos e melhorar o ambiente de trabalho. Isso exige estrutura, tecnologia e equipes preparadas", destacou o fundador.
Fonte: O Diário de Maringá