Reprodução/Folha de LondrinaLucas Magalhães rebate críticas ao projeto da SAF do Londrina
Executivo afirmou que o prazo de três anos citado pela Squadra se referia ao modelo financeiro, e não a uma meta de acesso à Série A. Ele também comentou o andamento do CT e o mercado de jogadores.
O Londrina atravessa uma fase de transformação desde a aquisição da SAF pela Squadra Sports, em dezembro de 2023. A empresa assumiu a gestão do futebol em junho de 2024, em um contrato de R$ 100 milhões ao longo de seis anos, com previsão de investimentos em estrutura, patrimônio e desenvolvimento esportivo.
Principal porta-voz da SAF no dia a dia, Lucas Magalhães contestou a interpretação de que o projeto previa o acesso à Série A em três anos. Segundo ele, o período estava relacionado ao modelo financeiro, que admitia prejuízo de até R$ 7 milhões por ano durante três temporadas.
O executivo disse que o objetivo é tornar o futebol sustentável financeiramente na Série B, até que as receitas cubram as despesas da operação. Magalhães também rebateu críticas ao modelo de gestão e afirmou que os questionamentos desconsideram a realidade financeira do futebol.
Sobre o centro de treinamentos, ele afirmou que o projeto continua em andamento, embora em ritmo inferior ao esperado. A obra integra as obrigações da SAF, com prazo contratual até 2029, e recebeu recentemente uma autorização da Copel para a parte elétrica. A previsão inicial de disponibilizar um ou dois campos no primeiro semestre não foi cumprida.
Após as saídas de Iago Teles e Bruno Santos, Magalhães reconheceu que novas negociações podem ocorrer. Ao mesmo tempo, disse que o clube busca jogadores para reforçar o elenco e que eventuais vendas serão avaliadas conforme o interesse do Londrina e o projeto de valorização do clube.
Fonte: Folha de Londrina
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