Reprodução/Monitor Google News — Centro-SulGuarapuava reforça vacinação contra gripe com 16,5 mil novas doses
Com o aumento de casos de síndromes respiratórias no inverno, a Secretaria Municipal de Saúde de Guarapuava intensifica o chamado à vacinação contra a gripe para os grupos prioritários. O município acaba de receber 16.500 novas doses e mantém estoque disponível nas unidades de saúde.
Com a chegada do inverno e a elevação nos registros de doenças respiratórias, a Secretaria Municipal de Saúde de Guarapuava reforça o apelo para que os grupos prioritários procurem os pontos de vacinação contra a gripe. O município recebeu recentemente 16.500 novas doses e conta com estoque suficiente para atender a população contemplada na etapa atual da campanha.
A imunização está disponível em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBSs), das 8h às 17h. As unidades dos bairros Boqueirão, Planalto e Bonsucesso funcionam em horário estendido, e o Centro Municipal de Vacinação atende até as 21h nos dias de semana e aos sábados das 8h às 16h30.
O secretário municipal de Saúde, Guto Klosouski, destacou a importância de aproveitar a disponibilidade das doses. "Estamos abastecidos com a vacina. Procure a unidade de saúde mais próxima da sua residência e faça a sua imunização", afirmou. Ele também sinalizou que, assim que o Estado ampliar os grupos autorizados, o município estará pronto para expandir a campanha a toda a população.
Atualmente, seguindo orientações da Secretaria de Estado da Saúde, a vacinação prioriza crianças menores de seis anos, idosos acima de 60 anos e gestantes.
O médico emergencista Marcos Kosteczka alertou que os casos de síndromes respiratórias agudas, incluindo influenza, vêm crescendo há semanas e já sobrecarregam a rede pública. "Recebemos informações da Secretaria de Saúde mostrando que esses casos têm aumentado gradativamente. É necessário que a população tenha conhecimento dessa realidade e participe das ações de prevenção", disse.
Os índices de cobertura vacinal ainda estão abaixo da meta entre os grupos mais vulneráveis. Entre as gestantes, a adesão está em cerca de 54%; entre idosos e pessoas com doenças crônicas, em torno de 50%; e entre crianças menores de seis anos, o índice mais baixo: apenas 31%. Para Kosteczka, esses números pressionam tanto o SUS quanto o sistema hospitalar, justamente nos grupos com maior risco de complicações graves.
A Secretaria Municipal de Saúde orienta que os integrantes dos grupos prioritários compareçam aos pontos de vacinação portando documento pessoal e carteira de vacinação.
Fonte: Paraná Central